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Vale do Aço, MG

Tratamento de Água no Vale do Aço Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo: siderurgia, celulose e metalmecânica

O Vale do Aço reúne siderurgia, celulose e uma cadeia de fornecedores em metalmecânica, manutenção e logística que consome água de processo, reposição de caldeira e torre com especificação fechada, e gera efluente com óleo e metais. A Rota Ambiental atende a região a partir da fábrica em Vila Velha, a cerca de 380 km, com os equipamentos de tratamento de água e efluentes dimensionados pela análise.

  • Fábrica própriaVila Velha, ESRua Coronel Sodré, 481, Centro. Projeto, fabricação e assistência no mesmo lugar.
  • DistânciaCerca de 380 kmBR-259 e BR-381 até Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santana do Paraíso. Visita técnica com agenda semanal.
  • Perfil da regiãoIndústria pesada e fornecedoresSiderurgia e celulose, metalmecânica, caldeiraria, manutenção industrial, logística e hospitais regionais.

Equipamentos de porte industrial

Osmose reversa em skid, abrandadores e estações de efluentes fabricados em Vila Velha.

Dessalinizador industrial em skid de aço inox com tanques de dosagem
Osmose reversa industrial em skid de aço inox.
Vasos de pressão com membranas de osmose reversa em estrutura de aço inox
Vasos de pressão com membranas de osmose reversa.
Filtros em série com tanque de salmoura para abrandamento de água de poço
Filtros em série com tanque de salmoura para abrandamento.
Bomba de alta pressão e tubulação em inox do dessalinizador
Bomba de alta pressão e tubulação em inox.

Como atendemos o Vale do Aço

Projeto para vazão de planta, integrado ao processo que já existe.

ETAPA 01

Caracterização

Visita técnica na planta, levantamento de vazão de processo, consumo de caldeira e torre e caracterização do efluente por turno. Laboratório acreditado em Minas.

ETAPA 02

Projeto integrado

Abrandamento, osmose reversa e programa químico para a água que entra; físico-químico com quebra de emulsão para o efluente de usinagem e pintura.

ETAPA 03

Instalação e assistência

Equipamento em skid montado em Vila Velha, instalado em parada programada ou em paralelo à operação, com partida assistida e agenda semanal de assistência.

O que precisamos para orçar no Vale do Aço

Três dados e o projeto começa.

AnáliseCondutividade, dureza, sílica e ferro da água bruta; óleos, metais, pH e sólidos do efluente.
VazãoMetros cúbicos por hora de processo, reposição de caldeira e torre, e geração de efluente por dia.
Especificação e destinoCondutividade exigida pelo processo, padrão da licença de lançamento ou meta de reúso.

Em Minas o lançamento de efluente industrial segue a licença da FEAM com base na CONAMA 430, e a captação pede outorga do IGAM; caldeiras e vasos de pressão seguem a NR-13.

Empresa de tratamento de água no Vale do Aço: o que os fornecedores da siderurgia pedem

No entorno da siderurgia e da celulose, caldeirarias, oficinas de usinagem, empresas de manutenção, pintura industrial e transportadoras operam com água de poço ou da Copasa que precisa chegar à caldeira, à torre e ao processo dentro de especificação: dureza e sílica incrustam o feixe tubular, condutividade alta força purga e corrosão. Na saída, o efluente de usinagem e pintura carrega óleo solúvel, metais e pH fora da faixa, e a licença da FEAM define o padrão de lançamento.

A Rota Ambiental projeta os dois lados, fabrica em Vila Velha e atende Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santana do Paraíso com agenda semanal pela BR-381. O atendimento nos demais polos vizinhos ao Espírito Santo tem página por cidade.

Polos vizinhos: tratamento de água em Governador Valadares e, no Espírito Santo, tratamento de efluentes industriais na Serra.

Reúso de efluente em planta industrial

Em planta que consome água tratada da Copasa em resfriamento e lavagem, o efluente tratado e polido por filtração ou membrana substitui parte da captação. O projeto define o nível de polimento pelo uso: lavagem aceita efluente filtrado; torre e caldeira pedem osmose reversa.

Normas que valem no Vale do Aço

  • FEAM: licença de operação e padrão de lançamento de efluente industrial em Minas Gerais.
  • CONAMA nº 430/2011: padrão nacional de lançamento, base da licença.
  • Copasa: padrão para descarte na rede coletora onde ela existe.

Perguntas frequentes sobre tratamento de água no Vale do Aço

O que perguntam antes de pedir orçamento.

Atendem Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo?

Sim. O Vale do Aço fica a cerca de 380 km da fábrica em Vila Velha, pela BR-259 e pela BR-381. A visita técnica tem agenda semanal e a assistência vai com peça em estoque.

Fazem estação de efluentes para metalmecânica?

Sim. Efluente de usinagem e pintura, com óleo solúvel, metais e pH fora da faixa, é tratado por físico-químico com quebra de emulsão e ajuste de pH, dimensionado pela caracterização por turno e pelo padrão da licença da FEAM.

Tratam água de reposição de caldeira e torre?

Sim. Abrandador por troca iônica, osmose reversa quando a especificação exige e programa químico no circuito, dimensionados pela condutividade e pela vazão de reposição.

Conseguem instalar sem parar a produção?

Na maioria dos casos sim: o equipamento é montado em skid em Vila Velha e interligado em janela curta, ou em parada programada quando a interligação é crítica.

Quanto custa um sistema industrial no Vale do Aço?

Depende da vazão, da análise e da especificação de saída. O orçamento sai depois da visita técnica e da caracterização, em dias, com frete e cronograma incluídos.

Visita técnica na sua planta do Vale do Aço

Mande a cidade, o tipo de processo, a vazão e, se tiver, a análise. A visita entra na agenda semanal de Minas.

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