Filtração prévia
Turbidez e ferro protegem o micro-organismo da luz e consomem o cloro. A desinfecção só é confiável depois da filtração, com turbidez abaixo de 1 NTU.
Desinfecção por cloro e ultravioleta
Filtro retira partícula e íon; quem elimina bactéria, vírus e protozoário é a desinfecção. A Rota Ambiental fabrica sistemas de cloração automática e reatores ultravioleta para água de poço, hospital, hotel, indústria alimentícia e condomínio, dimensionados pela vazão e pela carga microbiológica da análise.
Reatores UV, dosagem de cloro e filtração anterior, fabricados em Vila Velha.
Duas tecnologias que se completam. Uma mata na hora, a outra protege a rede.
Turbidez e ferro protegem o micro-organismo da luz e consomem o cloro. A desinfecção só é confiável depois da filtração, com turbidez abaixo de 1 NTU.
A lâmpada UV-C a 254 nm atravessa a célula e inativa bactérias, vírus e protozoários como Giardia e Cryptosporidium, que o cloro não alcança. Sem químico, sem alterar sabor, mas sem efeito residual.
Hipoclorito de sódio dosado por bomba proporcional à vazão deixa cloro residual livre de 0,2 a 5 mg/L, que a legislação exige para a água seguir protegida até a torneira.
Três dados definem a potência do reator, a dosagem e o tempo de contato.
A Portaria GM/MS nº 888/2021 exige cloro residual livre mínimo de 0,2 mg/L na distribuição e turbidez máxima de 1 NTU antes da desinfecção; reatores UV para água de consumo seguem a dose mínima de 40 mJ/cm² adotada nas normas de referência.
Em toda água que chega a pessoas, alimentos ou linhas críticas.
Os dois, na maioria das instalações que distribuem água a pessoas. O ultravioleta inativa na hora, inclusive protozoários resistentes ao cloro, e não altera gosto nem cheiro; mas não deixa efeito residual, e a água pode se recontaminar no reservatório e na rede. O cloro deixa residual e protege a distribuição, mas depende de tempo de contato, de pH e de água limpa, e gera subprodutos com matéria orgânica. A combinação resolve: UV logo após a filtração, cloro em dose baixa para o residual.
Onde a água não vai para consumo, como linha de processo alimentício, laboratório ou enxágue farmacêutico, o UV sozinho costuma ser a escolha, porque o residual de cloro atrapalharia o produto.
Poço raso ou poço com fossa, lavoura ou curral por perto costuma acusar coliformes no laudo. O reator UV dimensionado pela vazão de pico, instalado depois do filtro de ferro e turbidez, inativa o que vem do aquífero; a cloração automática depois dele mantém o residual até a torneira, como a vigilância sanitária exige para quem distribui água a terceiros. A lâmpada é trocada a cada 9.000 a 12.000 horas de operação e o painel avisa a hora.
A bomba dosadora proporcional à vazão injeta hipoclorito de sódio na medida do consumo, sem excesso nas horas de baixa nem falta nas de pico. Com analisador de cloro em linha, a dosagem fecha a malha e o residual fica dentro da faixa sem intervenção. O tanque de preparo, a bomba e o ponto de injeção saem da fábrica montados no skid da estação.
As dúvidas que mais aparecem antes de fechar o dimensionamento.
Não. Filtração retém partícula, ferro e turbidez; a membrana de osmose retém boa parte dos microrganismos, mas não garante água desinfetada. Quem elimina bactéria, vírus e protozoário é a desinfecção por ultravioleta ou cloro, e a legislação exige cloro residual na distribuição.
Para água que vai a pessoas, não: o UV inativa na hora mas não deixa residual, e a água pode se recontaminar na rede. Para processo, laboratório e linhas que não toleram cloro, o UV sozinho é a escolha.
Cloro residual livre entre 0,2 e 5 mg/L na distribuição, pela Portaria GM/MS nº 888/2021, com turbidez abaixo de 1 NTU antes da desinfecção. A dosagem depende da demanda de cloro da água, que o ferro e a matéria orgânica elevam.
Depende da vazão de pico, de ser UV, cloração ou os dois, e de haver filtração antes. Um clorador automático para condomínio e um reator UV para hospital têm portes diferentes. O orçamento sai depois da análise e da vazão.
A cada 9.000 a 12.000 horas de operação, cerca de um ano em uso contínuo, mesmo que ainda acenda, porque a emissão UV-C cai antes da luz visível. O painel registra as horas e avisa.
Não. Fabricamos sistemas de desinfecção para condomínio, empresa, hospital, hotel, indústria e órgão público, como etapa de estações e sistemas de porte predial e industrial.
Com os parâmetros medidos, o consumo diário e a vazão de pico, devolvemos o dimensionamento e a proposta. Se ainda não tem análise, orientamos a coleta.
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