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Serra, ES

Tratamento de Água na Serra Civit, TIMS, Carapina e os polos industriais

A Serra é o maior município industrial do Espírito Santo, e é onde a água de processo, a reposição de caldeira e o efluente industrial mais pesam na operação. A Rota Ambiental atende os polos da cidade com equipamentos de tratamento de água e efluentes dimensionados pelo contaminante, a partir da fábrica em Vila Velha.

  • Fábrica própriaVila Velha, ESRua Coronel Sodré, 481, Centro. Projeto, fabricação e assistência no mesmo lugar.
  • DistânciaCerca de 30 kmPela BR-101 e pela Rodovia Norte-Sul até Civit, TIMS, Carapina e Laranjeiras. Visita técnica na mesma semana.
  • Perfil da cidadeIndústria e logísticaMetalmecânica, siderurgia e cadeia de fornecedores, alimentícia, bebidas, logística e condomínios industriais.

Equipamentos de porte industrial

Skids, baterias de filtros e sistemas de osmose para vazão de planta.

Bateria de filtros em PRFV com válvulas automáticas em planta industrial
Bateria de filtros em PRFV com válvulas automáticas em planta industrial.
Dessalinizador industrial em skid de aço inox com tanques de dosagem
Dessalinizador industrial em skid de aço inox com tanques de dosagem.
Bateria de vasos de filtração em PRFV em série sob cobertura
Vasos de filtração em série, cada etapa com seu meio filtrante.
Bomba de alta pressão e tubulação em inox do dessalinizador
Bomba de alta pressão e tubulação em inox de sistema de osmose.

Como atendemos a Serra

Projeto para vazão de planta, com integração ao processo que já existe.

ETAPA 01

Caracterização

Visita técnica na planta, levantamento de vazão de processo, consumo de caldeira e torre, e caracterização do efluente. Indicamos laboratório na Grande Vitória.

ETAPA 02

Projeto integrado

O equipamento é dimensionado para a vazão de pico e para a especificação do processo, e desenhado para entrar na área técnica e na automação existentes.

ETAPA 03

Instalação e assistência

Instalação em parada programada ou em paralelo à operação, partida assistida, treinamento e assistência com peça em estoque a trinta quilômetros.

O que precisamos para orçar na Serra

Três dados e o projeto começa.

AnáliseDa água bruta (poço ou Cesan) e, para efluente, a caracterização por turno: DBO, DQO, óleos, metais, pH e sólidos.
VazãoMetros cúbicos por hora de processo, reposição de caldeira ou torre, e geração de efluente por dia.
Especificação e destinoCondutividade exigida pelo processo, padrão da licença de lançamento ou meta de reúso.

Na Serra, o lançamento de efluente industrial segue a licença do IEMA ou da Semma municipal, com padrão da CONAMA 430; a captação de poço pede outorga da Agerh.

Empresa de tratamento de água na Serra: o que os polos industriais pedem

Civit I e II, TIMS e Carapina reúnem metalmecânica, fornecedores da siderurgia, alimentícia, bebidas e logística. Nessas plantas a água aparece em três pontos: processo, que exige condutividade e dureza dentro da especificação; caldeira e torre, onde a incrustação e a corrosão cobram em combustível e parada; e efluente, que precisa sair dentro da licença do IEMA. A Rota Ambiental projeta os três, com a vantagem de estar a trinta quilômetros: a visita técnica sai na mesma semana e a assistência não espera deslocamento de outro estado. O efluente das plantas tem página própria em tratamento de efluentes industriais na Serra.

Muitas plantas da Serra captam de poço para reduzir a conta da Cesan. O aquífero da região costuma entregar ferro, manganês e dureza, e o pré-tratamento correto é o que protege a membrana de osmose e a caldeira que vêm depois. O atendimento no Espírito Santo inteiro usa a mesma equipe.

Efluente industrial na Serra: licença e reúso

A licença de operação emitida pelo IEMA ou pela Semma define o padrão de lançamento de cada planta, e é para esse padrão que a estação é dimensionada. Em metalmecânica o foco é óleo, metais e pH; em alimentícia e bebidas, carga orgânica e gordura. Onde a água é cara, o projeto prevê reúso em lavagem de piso, resfriamento e irrigação, o que reduz a captação e o custo mensal.

Normas que valem na Serra

  • IEMA e Semma Serra: licença e padrão de lançamento de efluente industrial (CONAMA 430 e condicionantes da licença).
  • Agerh: outorga de captação de poço industrial.
  • NR-13: caldeiras e vasos de pressão, cuja água de alimentação precisa de abrandamento e controle químico.

Cidades vizinhas: tratamento de água na capital e tratamento de água em Aracruz.

Perguntas frequentes sobre tratamento de água na Serra

O que perguntam antes de pedir orçamento.

Atendem as plantas de Civit, TIMS e Carapina?

Sim. Os polos industriais da Serra ficam a cerca de trinta quilômetros da fábrica em Vila Velha. A visita técnica sai na mesma semana e a assistência técnica vai com peça em estoque.

Fazem estação de tratamento de efluentes para indústria na Serra?

Sim. Estações físico-químicas e biológicas dimensionadas pela caracterização do efluente e pelo padrão da licença do IEMA ou da Semma, com previsão de reúso quando faz sentido para a planta.

Conseguem instalar sem parar a produção?

Na maioria dos casos sim: o equipamento é montado em skid na fábrica e entra na planta em janela curta ou em paralelo à linha existente. Quando há interligação crítica, a instalação é feita em parada programada.

Tratam água de poço para uso industrial?

Sim. Filtração de ferro e manganês, abrandamento e, quando o processo exige, osmose reversa, em série, dimensionados pela análise do poço e pela vazão de processo.

Quanto custa um sistema industrial de tratamento de água na Serra?

Depende da vazão, da análise e da especificação de saída. O orçamento sai depois da visita técnica e da caracterização, em dias, com cronograma de fabricação e instalação.

Visita técnica na sua planta da Serra

Mande o polo, o tipo de processo, a vazão e, se tiver, a análise da água ou do efluente. A visita sai na mesma semana.

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