Caracterização
Visita técnica na planta, levantamento de vazão de processo, consumo de caldeira e torre, e caracterização do efluente. Indicamos laboratório na Grande Vitória.
Serra, ES
A Serra é o maior município industrial do Espírito Santo, e é onde a água de processo, a reposição de caldeira e o efluente industrial mais pesam na operação. A Rota Ambiental atende os polos da cidade com equipamentos de tratamento de água e efluentes dimensionados pelo contaminante, a partir da fábrica em Vila Velha.
Skids, baterias de filtros e sistemas de osmose para vazão de planta.
Projeto para vazão de planta, com integração ao processo que já existe.
Visita técnica na planta, levantamento de vazão de processo, consumo de caldeira e torre, e caracterização do efluente. Indicamos laboratório na Grande Vitória.
O equipamento é dimensionado para a vazão de pico e para a especificação do processo, e desenhado para entrar na área técnica e na automação existentes.
Instalação em parada programada ou em paralelo à operação, partida assistida, treinamento e assistência com peça em estoque a trinta quilômetros.
Três dados e o projeto começa.
Na Serra, o lançamento de efluente industrial segue a licença do IEMA ou da Semma municipal, com padrão da CONAMA 430; a captação de poço pede outorga da Agerh.
Equipamentos com página própria, processo e perguntas frequentes.
Civit I e II, TIMS e Carapina reúnem metalmecânica, fornecedores da siderurgia, alimentícia, bebidas e logística. Nessas plantas a água aparece em três pontos: processo, que exige condutividade e dureza dentro da especificação; caldeira e torre, onde a incrustação e a corrosão cobram em combustível e parada; e efluente, que precisa sair dentro da licença do IEMA. A Rota Ambiental projeta os três, com a vantagem de estar a trinta quilômetros: a visita técnica sai na mesma semana e a assistência não espera deslocamento de outro estado. O efluente das plantas tem página própria em tratamento de efluentes industriais na Serra.
Muitas plantas da Serra captam de poço para reduzir a conta da Cesan. O aquífero da região costuma entregar ferro, manganês e dureza, e o pré-tratamento correto é o que protege a membrana de osmose e a caldeira que vêm depois. O atendimento no Espírito Santo inteiro usa a mesma equipe.
A licença de operação emitida pelo IEMA ou pela Semma define o padrão de lançamento de cada planta, e é para esse padrão que a estação é dimensionada. Em metalmecânica o foco é óleo, metais e pH; em alimentícia e bebidas, carga orgânica e gordura. Onde a água é cara, o projeto prevê reúso em lavagem de piso, resfriamento e irrigação, o que reduz a captação e o custo mensal.
Cidades vizinhas: tratamento de água na capital e tratamento de água em Aracruz.
O que perguntam antes de pedir orçamento.
Sim. Os polos industriais da Serra ficam a cerca de trinta quilômetros da fábrica em Vila Velha. A visita técnica sai na mesma semana e a assistência técnica vai com peça em estoque.
Sim. Estações físico-químicas e biológicas dimensionadas pela caracterização do efluente e pelo padrão da licença do IEMA ou da Semma, com previsão de reúso quando faz sentido para a planta.
Na maioria dos casos sim: o equipamento é montado em skid na fábrica e entra na planta em janela curta ou em paralelo à linha existente. Quando há interligação crítica, a instalação é feita em parada programada.
Sim. Filtração de ferro e manganês, abrandamento e, quando o processo exige, osmose reversa, em série, dimensionados pela análise do poço e pela vazão de processo.
Depende da vazão, da análise e da especificação de saída. O orçamento sai depois da visita técnica e da caracterização, em dias, com cronograma de fabricação e instalação.
Mande o polo, o tipo de processo, a vazão e, se tiver, a análise da água ou do efluente. A visita sai na mesma semana.
Usamos cookies para medir o tráfego e entender como o site é usado. Você decide o que aceitar. Política de privacidade