Ajuste
A forma química do alumínio depende do pH. Em faixa adequada ele precipita como hidróxido, o que já o torna retido por filtração convencional.
Filtração e adsorção de alumínio
Alumínio residual costuma vir do próprio tratamento com sulfato de alumínio, e aparece como turbidez esbranquiçada. Nossos filtros para remoção de alumínio da água retêm esse residual.
Equipamentos da Rota Ambiental para remoção de alumínio residual em instalações prediais e industriais.
Alumínio residual muda de forma conforme o pH. É essa variação que define se ele será retido por filtração ou por adsorção.
A forma química do alumínio depende do pH. Em faixa adequada ele precipita como hidróxido, o que já o torna retido por filtração convencional.
A água atravessa o leito, que segura o alumínio precipitado junto com a turbidez associada. É aqui que a água perde o aspecto leitoso.
O material acumulado é removido pela inversão do fluxo, que descarta o depósito no dreno e devolve a permeabilidade ao leito.
Alumínio raramente aparece sozinho. O projeto considera com o que ele vem acompanhado.
O limite de 0,2 mg/L para alumínio vem do padrão de potabilidade brasileiro, Portaria GM/MS nº 888/2021. Para referência internacional, as diretrizes da OMS para qualidade da água de consumo humano reúnem os valores adotados na maior parte dos países.
O sinal mais comum é água de aspecto leitoso que clareia de baixo para cima. Veja o projeto do seu setor.
As dúvidas que mais aparecem antes de fechar o dimensionamento.
Na maior parte das vezes do próprio tratamento. O sulfato de alumínio é o coagulante mais usado em estação de tratamento, e uma dosagem mal ajustada deixa alumínio residual na água que sai. Em poço, a origem costuma ser a dissolução da formação geológica em pH baixo.
O padrão de potabilidade brasileiro estabelece 0,2 mg/L como valor máximo permitido para alumínio. É um parâmetro organoléptico, ou seja, ligado ao aspecto da água, e acima desse valor a turbidez esbranquiçada já costuma ser perceptível.
Não. Água que sai branca e clareia de baixo para cima em poucos segundos geralmente é ar dissolvido, não contaminante. Se a turbidez permanece depois de alguns minutos parada, aí sim vale investigar alumínio residual, e a confirmação é por análise.
Depende do projeto, mas na prática esses parâmetros costumam ser tratados no mesmo conjunto. Como as rotas de oxidação e filtração se sobrepõem, é comum um único sistema atender alumínio, ferro e manganês, com a mídia escolhida em função da análise completa.
A retrolavagem é automática, disparada por volume tratado ou por intervalo programado. A manutenção de rotina é de inspeção do comando e da perda de carga. A mídia tem vida longa, e a análise periódica da água tratada é o que confirma se ela ainda está trabalhando.
Com os parâmetros medidos, o consumo diário e a vazão de pico, devolvemos o dimensionamento e a proposta. Se ainda não tem análise, orientamos a coleta.
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