Caracterização
Visita técnica na planta, levantamento de vazão de processo, consumo de caldeira e torre e caracterização do efluente por turno. Laboratório acreditado em Minas.
Vale do Aço, MG
O Vale do Aço reúne siderurgia, celulose e uma cadeia de fornecedores em metalmecânica, manutenção e logística que consome água de processo, reposição de caldeira e torre com especificação fechada, e gera efluente com óleo e metais. A Rota Ambiental atende a região a partir da fábrica em Vila Velha, a cerca de 380 km, com os equipamentos de tratamento de água e efluentes dimensionados pela análise.
Osmose reversa em skid, abrandadores e estações de efluentes fabricados em Vila Velha.
Projeto para vazão de planta, integrado ao processo que já existe.
Visita técnica na planta, levantamento de vazão de processo, consumo de caldeira e torre e caracterização do efluente por turno. Laboratório acreditado em Minas.
Abrandamento, osmose reversa e programa químico para a água que entra; físico-químico com quebra de emulsão para o efluente de usinagem e pintura.
Equipamento em skid montado em Vila Velha, instalado em parada programada ou em paralelo à operação, com partida assistida e agenda semanal de assistência.
Três dados e o projeto começa.
Em Minas o lançamento de efluente industrial segue a licença da FEAM com base na CONAMA 430, e a captação pede outorga do IGAM; caldeiras e vasos de pressão seguem a NR-13.
Equipamentos com página própria, processo e perguntas frequentes.
No entorno da siderurgia e da celulose, caldeirarias, oficinas de usinagem, empresas de manutenção, pintura industrial e transportadoras operam com água de poço ou da Copasa que precisa chegar à caldeira, à torre e ao processo dentro de especificação: dureza e sílica incrustam o feixe tubular, condutividade alta força purga e corrosão. Na saída, o efluente de usinagem e pintura carrega óleo solúvel, metais e pH fora da faixa, e a licença da FEAM define o padrão de lançamento.
A Rota Ambiental projeta os dois lados, fabrica em Vila Velha e atende Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santana do Paraíso com agenda semanal pela BR-381. O atendimento nos demais polos vizinhos ao Espírito Santo tem página por cidade.
Polos vizinhos: tratamento de água em Governador Valadares e, no Espírito Santo, tratamento de efluentes industriais na Serra.
Em planta que consome água tratada da Copasa em resfriamento e lavagem, o efluente tratado e polido por filtração ou membrana substitui parte da captação. O projeto define o nível de polimento pelo uso: lavagem aceita efluente filtrado; torre e caldeira pedem osmose reversa.
O que perguntam antes de pedir orçamento.
Sim. O Vale do Aço fica a cerca de 380 km da fábrica em Vila Velha, pela BR-259 e pela BR-381. A visita técnica tem agenda semanal e a assistência vai com peça em estoque.
Sim. Efluente de usinagem e pintura, com óleo solúvel, metais e pH fora da faixa, é tratado por físico-químico com quebra de emulsão e ajuste de pH, dimensionado pela caracterização por turno e pelo padrão da licença da FEAM.
Sim. Abrandador por troca iônica, osmose reversa quando a especificação exige e programa químico no circuito, dimensionados pela condutividade e pela vazão de reposição.
Na maioria dos casos sim: o equipamento é montado em skid em Vila Velha e interligado em janela curta, ou em parada programada quando a interligação é crítica.
Depende da vazão, da análise e da especificação de saída. O orçamento sai depois da visita técnica e da caracterização, em dias, com frete e cronograma incluídos.
Mande a cidade, o tipo de processo, a vazão e, se tiver, a análise. A visita entra na agenda semanal de Minas.
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