Clarificação
Para água de rio ou lagoa, dosagem de coagulante e floculação retiram turbidez e cor antes do filtro. Para poço, a etapa é a oxidação do ferro e do manganês.
Estação modular em skid
A estação de tratamento de água compacta reúne clarificação, filtração, correção e desinfecção num conjunto montado em fábrica, para condomínio, indústria, escola, hotel e prefeitura que captam de poço, rio ou lagoa. A Rota Ambiental fabrica a ETA compacta em Vila Velha, dimensionada pela análise da água e pela vazão.
As mesmas etapas de uma estação de concessionária, em módulos que chegam montados.
Para água de rio ou lagoa, dosagem de coagulante e floculação retiram turbidez e cor antes do filtro. Para poço, a etapa é a oxidação do ferro e do manganês.
Filtros multimídia ou de zeólita em PRFV retêm os flocos e o ferro oxidado; carvão ativado retira cloro, odor e orgânicos quando a água pede. Retrolavagem automática.
Ajuste de pH, abrandamento ou remoção de nitrato quando a análise indica, e desinfecção por cloro ou ultravioleta com cloro residual para a distribuição.
Três dados definem os módulos, o diâmetro dos filtros e o nível de automação.
Água distribuída a terceiros responde à Portaria GM/MS nº 888/2021, com análise periódica exigida pela vigilância sanitária; a captação de poço ou de rio pede outorga do órgão estadual de recursos hídricos.
Onde há captação própria e gente ou processo dependendo da água.
ETA compacta é a estação de tratamento de água montada em módulos pré-fabricados, em PRFV ou aço, que reúne clarificação, filtração, correção química e desinfecção por cloro e ultravioleta num conjunto entregue pronto, em skid ou em abrigo. Ela faz o que uma estação de concessionária faz, em escala de 1 a mais de 100 m³ por hora, com área pequena, instalação em dias e operação automática. É chamada também de mini estação de tratamento de água ou ETA modular.
A diferença para a ETE compacta é o sentido: a ETA trata a água que entra, captada de poço, rio ou lagoa, para consumo ou processo; a ETE compacta trata o esgoto que sai. Muitos condomínios e indústrias precisam das duas.
Condomínio e loteamento com poço ou captação própria que distribuem água aos moradores; escola, hotel e pousada fora da rede; indústria que capta de rio ou lagoa para processo e consumo; prefeitura e distrito que abastecem comunidade sem rede. Em todos, a vigilância sanitária exige água dentro da Portaria 888, com cloro residual e análise periódica, e é a ETA compacta que entrega isso com operador treinado em vez de químico em tempo integral.
As dúvidas que mais aparecem antes de fechar o dimensionamento.
É uma estação de tratamento de água em módulos pré-fabricados, com clarificação, filtração, correção e desinfecção num conjunto entregue pronto, para condomínio, indústria, escola, hotel e prefeitura com captação própria. Faz o que uma estação convencional faz, em menos área e com instalação em dias.
A ETA trata a água que entra, de poço, rio ou lagoa, para consumo ou processo. A ETE trata o esgoto que sai. São equipamentos diferentes, e muitos empreendimentos precisam dos dois.
Sim, é o uso mais comum. Dimensionada pelo número de unidades e pela vazão de pico, com cloro residual na distribuição e plano de amostragem exigido pela vigilância sanitária.
Depende da origem da água, da vazão e do uso. Uma ETA para poço com ferro leva menos módulos que uma para rio com turbidez alta. O orçamento sai depois da análise da água e da vazão.
Reposição de coagulante e cloro, leitura diária de cloro residual e turbidez, retrolavagem automática dos filtros e análise laboratorial na frequência do plano de amostragem. Um operador treinado do empreendimento dá conta.
Não. A ETA compacta é para condomínio, empresa, escola, hotel, indústria e órgão público. Para casa isolada o porte não se justifica.
Com os parâmetros medidos, o consumo diário e a vazão de pico, devolvemos o dimensionamento e a proposta. Se ainda não tem análise, orientamos a coleta.
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