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Troca iônica em leito misto

Deionizador de Água desmineralizador industrial e de laboratório

O deionizador de água retira os íons que restam depois da osmose reversa e entrega água desmineralizada com condutividade de água ultrapura. A Rota Ambiental fabrica deionizadores por resina de leito misto para laboratório, farmacêutica, caldeira de alta pressão e processo, dimensionados pela condutividade de entrada e pela vazão.

Entrada 10 a 50µS/cm permeado de osmose reversa ou água abrandada
Saída <1µS/cm água desmineralizada, até 0,055 µS/cm em ultrapura
ENTRADANa⁺ Cl⁻ SiO₂SAÍDAH⁺ OH⁻ = H₂ORESINAMISTA
A resina catiônica troca os cátions por H⁺ e a aniônica troca os ânions por OH⁻. Os dois se juntam em água. Saturado o leito, a regeneração com ácido e soda devolve a capacidade.

Nossos sistemas de desmineralização

Osmose reversa com polimento por leito misto, fabricados em Vila Velha.

Dessalinizador compacto de osmose reversa com bomba de alta pressão
Sistema compacto de osmose reversa que alimenta o deionizador.
Painel do dessalinizador por osmose reversa com manômetros e rotâmetros
Painel com condutivímetro, manômetros e rotâmetros.
Filtro de polimento em PRFV com válvula automática e manômetro
Coluna de polimento com válvula automática.
Vasos de pressão com membranas de osmose reversa em estrutura de aço inox
Vasos de pressão com membranas, etapa anterior ao leito misto.

Como a deionização acontece

Três etapas. A osmose antes é o que faz a resina durar.

ETAPA 01

Pré-tratamento e osmose

Filtração, abrandamento e osmose reversa retiram 95% a 99% dos sais. O deionizador recebe água com 10 a 50 µS/cm, não água bruta; sem a osmose, a resina satura em dias.

ETAPA 02

Leito misto

A água atravessa a coluna com resina catiônica e aniônica misturadas. Cátions saem como H⁺, ânions como OH⁻, e os dois formam água. A condutividade cai abaixo de 1 µS/cm.

ETAPA 03

Regeneração ou troca

Em sistema regenerável, ácido e soda recarregam as resinas no próprio vaso. Em sistema de cartucho, a coluna saturada é trocada por uma regenerada na fábrica, sem químico no cliente.

O que precisamos para dimensionar

Três dados definem volume de resina, regenerável ou cartucho, e se há osmose antes.

Condutividade de entradaDa água que vai alimentar o deionizador: permeado de osmose, água abrandada ou bruta. Define a carga iônica que a resina terá de retirar.
Vazão e produçãoLitros por hora no pico e volume por dia. Define o diâmetro da coluna e o intervalo entre regenerações ou trocas.
Qualidade exigidaLaboratório tipo I ou II, caldeira de alta pressão, farmacêutica ou eletrônica têm condutividade e sílica máximas diferentes.

Água tipo I de laboratório tem resistividade de 18,2 MΩ·cm (0,055 µS/cm) pela norma ASTM D1193; caldeira de alta pressão e farmacêutica seguem a especificação do fabricante e a farmacopeia.

O que é deionização da água

Deionização é a remoção dos íons dissolvidos na água por troca iônica: resinas catiônicas trocam cálcio, sódio e magnésio por H⁺, resinas aniônicas trocam cloreto, sulfato, nitrato e sílica por OH⁻, e os dois íons se combinam em água. O resultado é água deionizada, também chamada de desmineralizada, com condutividade abaixo de 1 µS/cm. Em leito misto as duas resinas ficam na mesma coluna, o que leva a condutividade ao nível de água ultrapura.

Água deionizada não é água destilada nem água de osmose: a destilação muda a água de fase, a osmose separa por membrana, e a deionização troca íons. Na prática industrial os processos se somam, com a osmose antes e o leito misto depois, porque a resina é cara e a membrana é barata para fazer o grosso do trabalho.

Deionizador regenerável ou de cartucho

  • Regenerável. Colunas de resina catiônica, aniônica e leito misto regeneradas no local com ácido clorídrico e soda cáustica. Indicado para vazão alta e operação contínua, com tanque de químicos e neutralização do efluente da regeneração.
  • Cartucho (troca). Coluna de leito misto que, saturada, é trocada por outra regenerada na Rota Ambiental. Sem químico no cliente, sem efluente de regeneração. Indicado para laboratório, hospital e produção pequena.

A escolha depende da vazão, da condutividade de entrada e de haver ou não estrutura para manusear ácido e soda. Os dois formatos saem da fábrica em Vila Velha com condutivímetro na saída, que indica o momento da regeneração ou da troca.

Deionizador ou osmose reversa?

Os dois, em série. A osmose reversa retira 95% a 99% dos sais com custo baixo por litro, mas não chega a água ultrapura. O deionizador chega, mas a resina satura rápido se receber água bruta. Osmose antes, leito misto depois, é a combinação que entrega condutividade abaixo de 1 µS/cm com o menor consumo de resina e de químico. Onde a exigência é só de potabilidade ou de dureza, a osmose ou o abrandador bastam, e o deionizador não entra.

Perguntas frequentes sobre deionizador de água

As dúvidas que mais aparecem antes de fechar o dimensionamento.

O que é um deionizador de água?

É o equipamento que remove os íons dissolvidos por troca iônica em resinas catiônica e aniônica, em geral em leito misto, e entrega água desmineralizada com condutividade abaixo de 1 µS/cm. Recebe água já tratada por osmose reversa e faz o polimento final.

Água deionizada pode ser bebida?

Não é feita para isso. Sem minerais, ela é insípida e corrosiva para tubulação metálica. É água de processo, laboratório, caldeira e farmacêutica. Para consumo humano, o tratamento termina em desinfecção e remineralização, não em deionização.

Qual a diferença entre água deionizada e destilada?

A destilada é evaporada e condensada; a deionizada passou por resina de troca iônica. As duas têm baixa condutividade, mas a deionização produz em vazão contínua com custo de energia muito menor. A destilação só compensa em volumes pequenos.

Quanto custa um deionizador?

Depende da condutividade de entrada, da vazão e do formato: cartucho para laboratório e hospital, regenerável para indústria. O orçamento sai depois da análise da água e da produção necessária, com a osmose reversa anterior incluída quando ela ainda não existe.

Com que frequência a resina precisa de regeneração ou troca?

Depende da carga iônica de entrada e do volume produzido. Com osmose antes, uma coluna de leito misto rende semanas a meses; sem osmose, dias. O condutivímetro na saída indica o momento certo.

A Rota Ambiental faz a regeneração das colunas?

Sim. No formato cartucho, a coluna saturada é recolhida e trocada por uma regenerada na fábrica em Vila Velha. No formato regenerável, a regeneração é feita no local pelo operador treinado, com ácido e soda.

Atendem residências?

Não. Deionizador é equipamento de laboratório, hospital, indústria e caldeira. Não fabricamos para uso doméstico.

Mande a análise da sua água

Com os parâmetros medidos, o consumo diário e a vazão de pico, devolvemos o dimensionamento e a proposta. Se ainda não tem análise, orientamos a coleta.

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