Pré-tratamento
Filtros em PRFV, abrandador, carvão ativado e dosagem de antiincrustante retiram turbidez, ferro, cloro e dureza antes da membrana. Sem esta etapa a membrana incrusta ou oxida em semanas.
Separação por membrana
Osmose reversa é o processo que separa sais e sólidos dissolvidos da água forçando-a, sob pressão, através de uma membrana semipermeável. A Rota Ambiental fabrica sistemas de osmose reversa para laboratório, comércio e indústria desde 2007, dimensionados pela análise e pela vazão de cada cliente.
Equipamentos fabricados pela Rota Ambiental, de unidades compactas a skids industriais em aço inox.
Três etapas em linha. O pré-tratamento é o que define quanto tempo a membrana dura.
Filtros em PRFV, abrandador, carvão ativado e dosagem de antiincrustante retiram turbidez, ferro, cloro e dureza antes da membrana. Sem esta etapa a membrana incrusta ou oxida em semanas.
A bomba de alta pressão empurra a água contra a membrana semipermeável, vencendo a pressão osmótica. A água atravessa; sais, metais, nitrato e a maior parte dos microrganismos ficam retidos.
O permeado segue para o reservatório com a condutividade monitorada. Quando o processo exige, resina de leito misto ou ultravioleta completam o tratamento; o concentrado vai para descarte ou reúso definido no projeto.
Três dados definem membrana, bomba, pré-tratamento e taxa de recuperação.
Para consumo humano vale o padrão de potabilidade brasileiro (Portaria GM/MS nº 888/2021). Para processo, a especificação do equipamento que recebe a água; para hemodiálise, a RDC nº 11/2014 da Anvisa.
A mesma membrana, com porte e pré-tratamento diferentes para cada aplicação.
Osmose reversa é um processo de purificação de água em que a pressão aplicada força a água a atravessar uma membrana semipermeável, deixando do outro lado os sais e sólidos dissolvidos. O nome vem da osmose natural: sem pressão, a água migra do lado menos salgado para o mais salgado; com pressão maior que a pressão osmótica, o fluxo inverte, e por isso o processo se chama reversa.
Uma membrana de osmose reversa retém de 95% a 99% dos sais dissolvidos, além de metais, nitrato, fluoreto, sílica, boa parte dos compostos orgânicos e dos microrganismos. Ela não retém gases dissolvidos, como o CO₂, e não substitui a desinfecção final quando a água é para consumo humano.
São o mesmo processo. Osmose reversa é a tradução usada no Brasil para reverse osmosis; osmose inversa é a forma corrente em Portugal e na Espanha. Fabricantes, normas e laudos brasileiros usam osmose reversa, e é esse o nome que aparece em catálogo e em orçamento. Quem procura sistema de osmose inversa está procurando exatamente este equipamento.
O princípio é o mesmo em qualquer escala; o que muda é vazão, pressão, material e automação:
Vantagens: remove sais, metais e microrganismos num único equipamento; não usa produto químico no processo de separação; opera de forma contínua e automática; e é a rota de menor consumo de energia para desmineralizar em escala predial e industrial.
Limites: gera concentrado, que precisa de destino; exige pré-tratamento, senão a membrana incrusta; não remove gases dissolvidos; e a água produzida tem baixa mineralização, o que em consumo humano pode pedir remineralização. O projeto existe para tratar cada um desses pontos.
O processo, os conceitos e as comparações que costumam gerar dúvida.
As peças que formam o sistema e os critérios de escolha de cada uma.
Projetos montados, por escala e por setor.
As dúvidas que mais aparecem antes de fechar o dimensionamento.
É o processo de purificação em que a água é forçada, sob pressão, a atravessar uma membrana semipermeável que retém sais, metais e sólidos dissolvidos. A água que atravessa é o permeado; o que fica retido sai como concentrado. Uma membrana retém de 95% a 99% dos sais dissolvidos.
Sim. Osmose reversa é o termo usado no Brasil e osmose inversa é a forma usada em Portugal e na Espanha. O equipamento, a membrana e o princípio físico são idênticos.
Pode, com desinfecção final e, em alguns projetos, remineralização para ajustar sabor e pH. A membrana retira sais e a maior parte dos microrganismos, mas o padrão de potabilidade exige cloro residual na distribuição.
Depende da salinidade da entrada, da produção por hora e da qualidade de saída, que definem membrana, bomba e pré-tratamento. O pré-tratamento costuma ser metade do equipamento. O orçamento sai depois da análise da água e da vazão, por isso não há preço de tabela.
A recuperação vai de 60% a 80% em água salobra e industrial e de 35% a 45% em água do mar. O restante é o concentrado, com destino definido no projeto: dreno, reúso em lavagem ou irrigação tolerante a sal, conforme a licença ambiental.
A osmose reversa separa por membrana e retém sais, metais e microrganismos. O deionizador troca íons em resina e retira só os sais dissolvidos, com pureza maior. Em água ultrapura os dois trabalham em série: osmose primeiro, leito misto depois.
Troca dos cartuchos de segurança, reposição de antiincrustante, limpeza química da membrana quando a pressão sobe ou a vazão cai, e leitura diária de condutividade. Com pré-tratamento correto a membrana dura anos; sem ele, meses.
Não. Fabricamos sistemas de osmose reversa para laboratório, comércio, indústria, hospital e órgão público. Para uso doméstico, o porte do equipamento e a assistência técnica não se justificam.
Com os parâmetros medidos, o consumo diário e a vazão de pico, devolvemos o dimensionamento e a proposta. Se ainda não tem análise, orientamos a coleta.
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